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Trend News: Tragédia, tragédia, negócios à parte

Em 25 de janeiro de 2019 o Brasil vivenciou a sua maior tragédia humana ambiental de sua história, o rompimento da Barragem do Córrego do Feijão, da Vale, no distrito de Brumadinho. Cerca de 370 pessoas morreram – nem todas foram encontradas ainda –, além de animais, fauna, flora e rios – o que vem prejudicando o abastecimento de água do Estado de Minas Gerais. Era de se esperar que a tragédia causasse grande impacto na arrecadação da empresa e nos valores de suas ações que haviam fechado, na véspera da tragédia, em R$56,15.

Agora as ações da Vale estão valendo R$56,35, principalmente pelo aumento de importação de minério por parte da China, enquanto isso as compensações pelas tragédias, tanto da de Brumadinho como a de Mariana (Bento Rodrigues), seguem muito aquém e avançam lentamente no passo de um para frente e dois para trás. Como diz o ditado, “tragédia, tragédia, negócios a parte”.

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